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Copa do Mundo 2014: Mapa de Oportunidades 0

mar30

Construção civil, tecnologia da informação, turismo e produção associada ao turismo. Esses quatro setores da economia oferecem 448 oportunidades de negócios para pequenas empresas nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. Os dados fazem parte do `Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede´, divulgado pelo Sebrae ontem, no Rio de Janeiro.

O mapeamento é uma das ações previstas no Programa Sebrae na Copa de 2014, que receberá, até 2013, investimentos de R$ 79,3 milhões. Os recursos serão aplicados em programas de consultoria, inovação e acesso a mercados, como o Sebrae Mais, Sebraetec, Agentes Locais de Inovação (ALI) e Centrais de Negócios. Para atender à demanda, novas soluções também poderão ser criadas.

De acordo com o mapeamento do Sebrae, encomendado à Fundação Getúlio Vargas (FGV), haverá possibilidades de negócios para pequenos empreendimentos antes, durante e após o evento esportivo. Alguns exemplos são as agências de viagens emissivas e de receptivo, fornecedores de uniformes, empresas de terraplanagem, restaurantes e outros estabelecimentos de alimentação e bebidas, comércio de reparação e manutenção de equipamentos de comunicação, empresas de Internet e infraestrutura de tecnologia da informação (TI), produção de artesanato, design de produtos e embalagens, fornecedores de material e mobiliário de escritório.

O documento aponta que, só em TI, as empresas do setor têm oportunidade de atuar em 164 atividades relacionadas à Copa do Mundo e que farão parte dos investimentos de R$ 309 milhões em tecnologia previstos para suportar o evento, segundo estimativas da Ernst & Young.

“Para tecnologia da informação, por exemplo, essa demanda pode ser originada no setor público, em obras como estruturação de estádios, centros de mídia e international broadcasting center (centro de transmissão internacional)”, cita o documento divulgado pela FGV e Sebrae.“Essa demanda também é privada, ou seja, são as necessidades das empresas e de consumidores finais por soluções de TI, em termos de, por exemplo,transmissão de dados, software e serviços”, complementa.

FAT repassa R$ 320 milhões para a FINEP 0

mar2

Os ministros Aloizio Mercadante, da Ciência e Tecnologia, e Carlos Luppi, do Trabalho, acertaram junto ao Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) um repasse de R$ 320 milhões para a FINEP. O objetivo é garantir, por intermédio da inovação, a geração de postos de trabalho mais qualificados e melhor remunerados.

Serão R$ 220 milhões em novos recursos reembolsáveis (que precisam ser devolvidos) para fomento à inovação tecnológica em micro, pequenas e médias empresas.

A este valor serão adicionados, ainda, os R$ 100 milhões de retorno de financiamentos feitos pela  FINEP também com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), e que serão reaplicados também na carteira de crédito da Financiadora.

Os valores somados financiarão projetos em áreas consideradas estratégicas, como tecnologia da informação e comunicação (TICs), petróleo e gás, nanotecnologia, entre outras.

De acordo com o diretor de Inovação da FINEP, João De Negri, estudos indicam que investir em inovação tecnológica gera um aumento de 23% na remuneração dos trabalhadores. Ainda segundo ele, empresas que inovam oferecem aos empregados mais qualificação e treinamento.

“Esses funcionários, além de permanecerem mais tempo empregados, produzem melhor e colaboram para aumentar a qualidade de vida no trabalho”, afirma De Negri.

Resultado da Subvenção está previsto para os próximos dias 0

fev10

O Tribunal de Contas da União (TCU) deu parecer favorável à FINEP no julgamento da representação que suspendia a divulgação do resultado da Subvenção Econômica à Inovação – 01/2010. Com isso, a previsão é de que a lista das empresas aprovadas no edital de R$ 500 milhões, bem como o novo cronograma completo do programa, sejam publicados no site da Financiadora nos próximos dias.

Ao todo, 993 empreendimentos se inscreveram na edição 2010, o que representou uma demanda de R$ 1,9 bilhão em recursos do FNDCT (Fundo Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Voltado para empresas de qualquer porte, o programa de Subvenção teve sua primeira chamada pública lançada em 2006. Desde então houve editais todos os anos. Ao todo, 825 projetos já foram aprovados, o que representa R$ 1,6 bilhão de investimentos não-reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos) em inovação.

No final de janeiro, foi divulgado um relatório com o perfil de 500 empresas contratadas até outubro de 2010, responsáveis por 695 projetos apoiados pela Subvenção Econômica à Inovação. Foram analisados dados como porte, faturamento e área de atuação, entre outros.

Empresas de pequeno porte e pequenas empresas representaram 60% do total. As grandes empresas, com faturamento acima de R$ 300 milhões, responderam por 5% da carteira analisada.

Quanto à classificação por Setor da Economia, as maiores ocorrências foram nas áreas de serviços de TI e fabricação de produtos de informática, eletrônicos e ópticos.

Geograficamente, o Sudeste participou com 57% das empresas, o Sul com 25%, o Nordeste com 12%, o Centro-Oeste com 4% e o Norte com 2% do total. Os cinco estados com maior número de empresas apoiadas foram: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

FINEP: Convênios – documentação obrigatória 0

fev4

A FINEP acaba de publicar três novos documentos obrigatórios para prestação de contas de convênios: declaração, mapa de cotação e licitação e mapa de deslocamento.

Também é obrigatório enviar as prestações de contas conformes os modelos de acompanhamento financeiro em vigor desde outubro de 2010, quando também entrou em vigor o novo manual.

Todos os documentos citados estão disponíveis na página de Formulários e Manuais do site da FINEP, na área de Operações não reembolsáveis.

Especialização em Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica 0

Agência FAPESP – Estão abertas até 11 de março as inscrições para o curso de especialização em Gestão Estratégica da Inovação Tecnológica, realizado pelo Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O curso é voltado para profissionais que atuam em posições de gerenciamento do processo de inovação tecnológica em indústrias ou empresas prestadoras de serviços, gestores de instituições de pesquisa e especialistas que atuam na formulação, implementação e avaliação de políticas públicas e programas de financiamento à inovação tecnológica.

O objetivo é capacitar profissionais que gerenciam funções críticas do processo de inovação e que atuam em organizações que criam valor com base nas inovações de produtos, processos, serviços e negócios.

O programa é composto por módulos sobre processos e ferramentas de gestão de tecnologia e inovação, práticas organizacionais das empresas inovadoras, políticas de inovação e o sistema nacional de inovação no Brasil.

O curso será realizado na Agência para Formação Profissional da Unicamp, localizada no anexo VI, reitoria, na Cidade Universitária Zeferino Vaz, no bairro Barão Geraldo, em Campinas (SP).

Mais informações e inscrições: www.extecamp.unicamp.br/gestaodainovacao

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