Arquivo março 2011

Copa do Mundo 2014: Mapa de Oportunidades 0

mar30

Construção civil, tecnologia da informação, turismo e produção associada ao turismo. Esses quatro setores da economia oferecem 448 oportunidades de negócios para pequenas empresas nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. Os dados fazem parte do `Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede´, divulgado pelo Sebrae ontem, no Rio de Janeiro.

O mapeamento é uma das ações previstas no Programa Sebrae na Copa de 2014, que receberá, até 2013, investimentos de R$ 79,3 milhões. Os recursos serão aplicados em programas de consultoria, inovação e acesso a mercados, como o Sebrae Mais, Sebraetec, Agentes Locais de Inovação (ALI) e Centrais de Negócios. Para atender à demanda, novas soluções também poderão ser criadas.

De acordo com o mapeamento do Sebrae, encomendado à Fundação Getúlio Vargas (FGV), haverá possibilidades de negócios para pequenos empreendimentos antes, durante e após o evento esportivo. Alguns exemplos são as agências de viagens emissivas e de receptivo, fornecedores de uniformes, empresas de terraplanagem, restaurantes e outros estabelecimentos de alimentação e bebidas, comércio de reparação e manutenção de equipamentos de comunicação, empresas de Internet e infraestrutura de tecnologia da informação (TI), produção de artesanato, design de produtos e embalagens, fornecedores de material e mobiliário de escritório.

O documento aponta que, só em TI, as empresas do setor têm oportunidade de atuar em 164 atividades relacionadas à Copa do Mundo e que farão parte dos investimentos de R$ 309 milhões em tecnologia previstos para suportar o evento, segundo estimativas da Ernst & Young.

“Para tecnologia da informação, por exemplo, essa demanda pode ser originada no setor público, em obras como estruturação de estádios, centros de mídia e international broadcasting center (centro de transmissão internacional)”, cita o documento divulgado pela FGV e Sebrae.“Essa demanda também é privada, ou seja, são as necessidades das empresas e de consumidores finais por soluções de TI, em termos de, por exemplo,transmissão de dados, software e serviços”, complementa.

FINEP terá R$ 100 milhões para projetos da Copa e da Olimpíada 0

mar24

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do governo federal vai liberar um orçamento de R$ 100 milhões para projetos de tecnologia da informação relacionados à Copa de 2014 e aos Jogos Olímpicos do Rio em 2016. A decisão, tomada ontem, foi anunciada há pouco pelo secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgílio Almeida. “Esses eventos são oportunidades para desenvolver tecnologias para o país e avançar no conhecimento científico. A área de ciência e tecnologia é essencial para se alcançar o nível econômico e social que se quer para o Brasil”, disse Almeida, que participa do seminário “As exigências da infraestrutura de TIC para a Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil”, promovido pelo Jornal Valor Econômico. A Finep vai abrir editais para projetos que atendam a um conjunto de diretrizes, disse o secretário: geração de tecnologia inovadora e competitiva no mercado externo; geração de empregos qualificados no país; criação de novos negócios; uso de plataformas abertas; estímulo à interação entre universidades e empresas e diversificação regional. Almeida afirmou que Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) também vai abrir editais para financiar projetos relacionados aos dois eventos esportivos. Porém, o secretário não revelou o valor e não disse quando serão abertos os processos.

FINEP quer triplicar o número de empresas apoiadas 0

mar22

A nova diretoria da FINEP quer triplicar o número de empresas apoiadas e os recursos para inovação até 2014. Para isso, a ideia é reforçar e ampliar a atuação da Financiadora no setor empresarial, estimulando inclusive projetos de cooperação com as instituições de ensino de pesquisa.  “O empresário que exercer atividades intensivas em conhecimento e tiver um projeto inovador deve procurar a FINEP”, afirma o diretor de Inovação, João De Negri, que descarta qualquer possibilidade de descontinuidade de programas.  “Ao contrário, nossa meta é dar robustez aos instrumentos já existentes para que eles possam atender às necessidades de inovação das empresas”,  afirma.

Segundo De Negri, a FINEP vai priorizar ações integradas e que estejam em consonância com as diretrizes do Programa de Apoio à Ciência, Tecnologia e Inovação (PACTI) e da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), do Governo Federal. Caso sejam necessárias mudanças nas linhas tradicionais de financiamento, elas serão implementadas de forma a melhorar ainda mais o apoio à inovação. Ele afirmou ainda que todas as empresas serão beneficiadas, sejam elas micro, pequenas, médias ou grandes.

INNOVATE disponibiliza modelo de Projeto PRIME aprovado 0

mar21

Com o objetivo de auxiliar os empresários na obtenção de recursos governamentais, a INNOVATE disponibiliza a partir de hoje em seu site a versão integral de um projeto aprovado na primeira edição do Programa PRIME – Primeira Empresa Inovadora da FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos.

O Projeto disponibilizado gratuitamente pode servir como modelo para os interessados nos recursos não reembolsáveis do PRIME, ajudando o empresário a desenvolver seu próprio projeto. “Este modelo é apenas a primeira versão de um projeto que foi aprovado no PRIME. Utilizando nosso sistema, o INNOV8, nós trabalhamos este projeto junto com o cliente durante dois meses até sua versão final, porém, como modelo ou exemplo eu acredito que ele sirva perfeitamente” disse Marcio Nakamura, Diretor Executivo da INNOVATE.

Mais informações sobre o Programa PRIME podem ser obtidas aqui: http://www.innpmo.com.br/prime-finep/ e para obter o modelo do Plano de Negócio aprovado no PRIME, basta acessar: http://www.innpmo.com.br/prime-modelo/

FAT repassa R$ 320 milhões para a FINEP 0

mar2

Os ministros Aloizio Mercadante, da Ciência e Tecnologia, e Carlos Luppi, do Trabalho, acertaram junto ao Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) um repasse de R$ 320 milhões para a FINEP. O objetivo é garantir, por intermédio da inovação, a geração de postos de trabalho mais qualificados e melhor remunerados.

Serão R$ 220 milhões em novos recursos reembolsáveis (que precisam ser devolvidos) para fomento à inovação tecnológica em micro, pequenas e médias empresas.

A este valor serão adicionados, ainda, os R$ 100 milhões de retorno de financiamentos feitos pela  FINEP também com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), e que serão reaplicados também na carteira de crédito da Financiadora.

Os valores somados financiarão projetos em áreas consideradas estratégicas, como tecnologia da informação e comunicação (TICs), petróleo e gás, nanotecnologia, entre outras.

De acordo com o diretor de Inovação da FINEP, João De Negri, estudos indicam que investir em inovação tecnológica gera um aumento de 23% na remuneração dos trabalhadores. Ainda segundo ele, empresas que inovam oferecem aos empregados mais qualificação e treinamento.

“Esses funcionários, além de permanecerem mais tempo empregados, produzem melhor e colaboram para aumentar a qualidade de vida no trabalho”, afirma De Negri.

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