Arquivo abril 2010

Programa prime 2010 da finep 0

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O PRIME é um programa da FINEP criado em 2008 para favorecer financeiramente um conjunto significativo de empresas nascentes de alto valor agregado com o objetivo de consolidar com sucesso a fase inicial de desenvolvimento dos seus empreendimentos.

São R$120 mil a fundo perdido (não-reembolsável) para custear recursos humanos qualificados e serviços de consultoria especializada em estudos de mercado, serviços jurídico, financeiro, certificação e custos, entre outros, durante 12 meses.

As empresas que atingirem as metas estabelecidas nos planos de negócios poderão candidatar-se a um empréstimo de mais R$ 120.000,00 no Programa Juro Zero, a serem pagos em 100 parcelas.

As empresas beneficiárias do Prime também poderão ser alavancadas por outros programas da FINEP, em especial o programa INOVAR Semente.

Com isso pretende-se assegurar um apoio continuado com diferentes instrumentos disponibilizados pela FINEP, facilitando o crescimento acelerado e a consolidação das empresas.

QUEM PODE PARTICIPAR ?

Serão elegíveis as empresas nascentes com até 24 meses de existência que apresentem um elevado conteúdo de inovação em seus produtos ou serviços e um Plano de Negócios que indique um evidente potencial de crescimento e um conjunto de desafios e metas viáveis.

Os empreendedores candidatos ao Prime devem participar de um programa de capacitação em empreendedorismo e gestão de negócios especialmente desenhado para esta finalidade.

METAS

A primeira rodada nacional de editais em 2009 deve atingir cerca de 1.800 empresas, Comprometendo recursos do orçamento de subvenção da ordem de R$ 216 milhões.

Os editais e seleções e os programas de treinamento dos empreendedores serão feitos simultaneamente em todo o País, proporcionando um movimento inusitado e de grande escala de criação de novos negócios inovadores no país.

O Prime vai patrocinar três rodadas de editais no período de 2009 – 2011, contemplando cerca de cinco mil empresas e investimentos da ordem de R$ 650 milhões de subvenção. Somando-se a este valor o adicional em crédito e capital de risco, o total de recursos disponibilizado será superior a R$1 bilhão.

A INNOVATE, empresa especializada na captação de recursos a fundo perdido, oferece ao mercado consultoria e assessoria para elaboração destes projetos. Conheça os casos de sucesso da INNOVATE no programa PRIME de 2008, acesse www.innpmo.com.br

Finep avalia programa de Subvenção Econômica 1

De 24 empresas avaliadas, várias não têm plano para lançar o produto ou clareza sobre em qual nicho atuarão. Aumento no faturamento não se deve a projetos contemplados. Veja o relatório Passados quatro anos do primeiro edital de Subvenção Econômica à Inovação, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) divulgou o primeiro relatório com resultados do Programa. Para o estudo, foram convidadas 24 empresas – oito microempresas, 12 pequenas e quatro de porte médio – que receberam integralmente os recursos, até setembro de 2009, para o desenvolvimento de 27 projetos. Desses, 22 foram contratados no edital de 2006 e cinco no de 2007. Houve, segundo dados levantados junto aos empresários, um crescimento de 65,94% no faturamento médio dos empreendimentos.

O relatório foi consolidado após seminário realizado pela Finep no final de 2009. As empresas consultadas receberam um questionário e um modelo para apresentação dos resultados dos projetos. Durante os pronunciamentos, falaram dos avanços e dificuldades encontrados para participação no edital e operacionalização dos recursos.

Diversas empresas afirmaram que o aporte de capital proveniente da Subvenção viabilizou novos negócios, por caracterizá-las como inovadoras. Dos 27 projetos, 11 são de software, cinco envolvem desenvolvimentos relativos a TV digital, cinco são da área de defesa, dois referem-se a implementos agrícolas, e quatro tratam de desenvolvimentos nas áreas de nanotecnologia, esportes, construção civil e máquinas e equipamentos industriais.

De acordo com a declaração dos empresários, havia 47 produtos, processos ou serviços em desenvolvimento. Quinze deles já estão sendo comercializados, 22 aguardam o momento de venda, e 10 são protótipos. Este indicador aponta que 11 das 24 empresas têm, pelo menos, um produto ou serviço vendido. “Em geral, empresas de pequeno porte encontram dificuldades para ofertar produtos novos no mercado”, afirma o diretor de Inovação da Finep, Eduardo Costa. Além disso, os recursos da subvenção são para desenvolvimento e não para comercialização inicial, gastos com marketing ou itens equivalentes.

O seminário evidenciou, por exemplo, que algumas empresas não possuem um plano estratégico para lançamento do produto, serviço ou processo desenvolvido no mercado, e muitas não têm clareza sobre em qual nicho atuarão. Todas declararam que os projetos contratados foram cumpridos.

Com relação à continuidade das atividades de Pesquisa e Desenvolvimento, todas as empresas declararam que os investimentos na área são constantes. Vinte e dois empreendimentos afirmaram que destinam, usualmente, um percentual do faturamento para atividades de P&D. O percentual médio declarado é de 23,13%, índice influenciado pelas microempresas, que, no geral, demonstram alta destinação de recursos para a atividade. Dezoito empreendimentos disseram ter implementado um centro de P&D ou estrutura para esta finalidade após receberem os recursos da Subvenção.

“Os resultados preliminares são melhores do que o esperado, principalmente, por ter gerado empregos que exigem alto grau de especialização”, diz Costa. Segundo ele, trata-se de um mecanismo novo cuja forma de operacionalização ainda está sendo reavaliada.

A partir desta primeira experiência, tanto o questionário para as empresas, como os roteiros das apresentações e de avaliação dos consultores serão aperfeiçoados no sentido de torná-los mais claros e precisos.

“Apesar de o grupo de empreendimentos consultados não significar uma amostra representativa, esta foi a primeira experiência relevante para se construir uma metodologia para avaliar a contribuição e o impacto do Programa de Subvenção Econômica nas empresas apoiadas”, afirma Maurício Syrio, chefe do Departamento de Acompanhamento da Finep.

Até o momento, a Finep lançou quatro editais nacionais da Subvenção Econômica à Inovação. Em 2009, foram 261 novas operações no valor de R$ 466 milhões. A carteira da Finep de Subvenção (2006 – 2009) já abriga 825 projetos, no valor de R$ 1,6 bilhão.

Fonte: http://www.protec.org.br/editais_recursos_inovacao_tecnologica_bndes_finep_senai.asp?cod=385

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