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Áreas e temas do edital de subvenção econômica 2010 0

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Serão apoiados projetos de inovação nos temas definidos no Anexo 1, até R$ 500.000.000,00, nas
seguintes áreas temáticas:

ÁREA 1: Tecnologias da Informação e Comunicação – alocação total: R$ 90.000.000,00

• Desenvolvimento de processos de fabricação no Brasil ou projetos de circuitos integrados, componentes eletrônicos para displays, dispositivos optoeletrônicos e dispositivos microeletromecânicos (MEMs).
• Desenvolvimento de aplicações inovadoras de sistemas, software ou hardware, de grande impacto na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, claramente capazes de alavancar a empresa para o mercado externo, nas áreas de segurança pública, mobilidade urbana e sistemas de e-gov.
• Desenvolvimento de equipamentos, dispositivos e sistemas inovadores para comunicações de alta velocidade, capazes de impactar de forma significativa a implementação do backbone do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

ÁREA 2: Energia - alocação total: R$ 90.000.000,00

• Desenvolvimento de soluções para exploração e desenvolvimento em campos off-shore de petróleo e/ou gás, incluindo modelagem de bacias, imageamento sísmico e aquisição e processamento de dados.
• Desenvolvimento de plantas-piloto para obtenção de etanol de segunda geração a partir de biomassa e algas.
• Desenvolvimento de sistemas de tração elétrica, baterias e capacitores aplicados a veículos elétricos automotores, inclusive em versão híbrida.

ÁREA 3: Biotecnologia – alocação total: R$ 90.000.000,00

• Desenvolvimento de inovações em bioprodutos para aplicação em agricultura, destinados a: utilização de plantas e animais como biofábricas; plantas geneticamente modificadas destinadas ao controle de pragas e doenças e à adaptação a condições adversas, para culturas industriais; fixação de nitrogênio em gramíneas e leguminosas.
• Desenvolvimento de inovações em bioprodutos para aplicação nas indústrias farmacêutica e de cosméticos, que utilizem princípios ativos e essências de origem em exemplares existentes na biodiversidade brasileira.
• Desenvolvimento de inovações em bioprodutos para diagnóstico rápido de doenças infecciosas, degenerativas e genéticas, conforme listadas no item 6 da Portaria 1284 do Ministério da Saúde.

ÁREA 4: Saúde – alocação total: R$ 90.000.000,00

• Desenvolvimento de dispositivos de uso em saúde humana, com ênfase em implantáveis: marcapasso, cardioversor desfibrilador, coclear com gerador elétrico e próteses de quadril e joelho.
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• Desenvolvimento de equipamentos em saúde, com ênfase naqueles destinados a: diagnóstico por imagens; diagnóstico in vitro; hemodiálise e acessórios; amplificação sonora individual; centrífuga refrigerada para bolsa de sangue; freezer / conservador de ultrabaixa temperatura para amostras, sangue e vacinas; e para testes e avaliação da segurança e desempenho de equipamentos elétricos, conforme especificação das normas técnicas da série ABNT NBR IEC 60601.
• Desenvolvimento de inovações em moléculas e processos que contribuam para o desenvolvimento da produção nacional de insumos farmacêuticos ativos e medicamentos para uso no tratamento de doenças infecciosas, degenerativas e genéticas.

ÁREA 5: Defesa – alocação total: R$ 90.000.000,00

• Desenvolvimento de soluções integráveis para vôo autônomo, incluindo decolagem e pouso automático e sistemas óticos e infravermelho para VANT.
• Desenvolvimento de sistemas ligados à segurança e controle de navegação; acelerômetros e girômetros para aplicações diversas.
• Desenvolvimento de materiais para proteção balística individual e de veículos para emprego militar.

ÁREA 6: Desenvolvimento Social – alocação total: R$ 50.000.000,00

• Desenvolvimento de sistemas de massificação do acesso à internet de banda larga, visando a atender as políticas públicas de inclusão digital em áreas urbanas e rurais, no contexto da implementação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).
• Desenvolvimento de produtos e processos baseados em tecnologias sustentáveis para: habitação de interesse social, segundo os princípios da coordenação modular decimétrica, da industrialização de ciclo aberto e das normas de desempenho de sistemas construtivos; saneamento em processos de tratamento de água e esgoto, de baixo custo de implantação, operação e manutenção.
• Desenvolvimento de produtos e serviços inovadores que permitam a acessibilidade de pessoas com deficiências, dentro dos princípios do design universal.

Caso deseje mais detalhes, entre em contato conosco: (14) 3221-7067 ou innpmo@innpmo.com.br

Publicado edital de Subvenção Econômica 2010 com R$ 500 milhões para inovação 0

ago4

Empresas brasileiras com projetos inovadores já podem se candidatar aos recursos da chamada pública do Programa de Subvenção Econômica 2010. Já está disponível para download o Edital Subvenção 2010. Ao todo, serão disponibilizados R$ 500 milhões para o desenvolvimento de produtos, processos e serviços em seis áreas estratégicas, as mesmas do edital passado. São elas: Tecnologias da Informação e Comunicação; Biotecnologia; Saúde; Defesa Nacional e Segurança Pública; Energia e Desenvolvimento Social. Os recursos da subvenção são não-reembolsáveis, ou seja, as empresas beneficiadas não precisam devolver o dinheiro recebido.

Caso deseje mais detalhes, entre em contato conosco: (14) 3221-7067 ou innpmo@innpmo.com.br

MCT autoriza FINEP a lançar editais no valor de R$ 835 milhões 0

jul27

O Ministério da Ciência e Tecnologia acaba de autorizar o lançamento pela FINEP de editais no valor total de R$ 835 milhões. O anúncio foi feito no primeiro dia da 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre em Natal (RN). O principal deles é o novo edital nacional de subvenção econômica, que vai destinar R$ 500 milhões para projetos de inovação desenvolvidos por empresas nas áreas estratégicas da Política de Desenvolvimento Produtivo e do Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Também no decorrer do mês de agosto, serão lançados mais 10 editais voltados para ICTs no valor total de R$ 173 milhões. Algumas dessas chamadas terão a parceria de outros ministérios, instituições públicas e privadas, e fundações de amparo à pesquisa. Serão contempladas áreas como gestão de recursos hídricos, sistemas de produção agropecuária, construção naval e transporte aquaviário.

O restante dos recursos, também destinado a pesquisas em universidades, instituições de ciência e tecnologia e empresas, será disponibilizado em outros editais.

Este ano a FINEP já lançou 11 chamadas, que somaram R$ 381 milhões. Foram contemplados segmentos como tecnologias voltadas para a camada do pré-sal, fármacos, telessaúde e telemedicina e pesca e aquicultura.

Chamadas que serão lançadas ainda em agosto  / Valor (R$)

Tecnologia e sustentabilidade da carcinocultura brasileira (Recarcina): 10 milhões

Circuitos integrados, dispositivos eletrônicos e optoeletrônicos e sistemas embarcados: 10 milhões

SIBRATEC- Estruturação de Redes de Serviços Tecnológicos: 20 milhões

Incubadoras de empresas de base tecnológica: 10 milhões

Apoio a Projeto de P&D nas OEPAS: 26 milhões

Infraestrutura Laboratorial para o Sistema Nacional de Avaliação Técnica (SINAT): 15 milhões

Saneamento e Habitação – Minha Casa & Minha vida: 40 milhões

Gestão de Recursos hídricos: 15 milhões

Sistemas de Produção Agropecuária:  12,5 milhões

Construção Naval e Transporte Aquaviário: 14,5 milhões

Fonte: http://www.finep.gov.br//imprensa/noticia.asp?cod_noticia=2290

Programa prime 2010 da finep 0

abr7

O PRIME é um programa da FINEP criado em 2008 para favorecer financeiramente um conjunto significativo de empresas nascentes de alto valor agregado com o objetivo de consolidar com sucesso a fase inicial de desenvolvimento dos seus empreendimentos.

São R$120 mil a fundo perdido (não-reembolsável) para custear recursos humanos qualificados e serviços de consultoria especializada em estudos de mercado, serviços jurídico, financeiro, certificação e custos, entre outros, durante 12 meses.

As empresas que atingirem as metas estabelecidas nos planos de negócios poderão candidatar-se a um empréstimo de mais R$ 120.000,00 no Programa Juro Zero, a serem pagos em 100 parcelas.

As empresas beneficiárias do Prime também poderão ser alavancadas por outros programas da FINEP, em especial o programa INOVAR Semente.

Com isso pretende-se assegurar um apoio continuado com diferentes instrumentos disponibilizados pela FINEP, facilitando o crescimento acelerado e a consolidação das empresas.

QUEM PODE PARTICIPAR ?

Serão elegíveis as empresas nascentes com até 24 meses de existência que apresentem um elevado conteúdo de inovação em seus produtos ou serviços e um Plano de Negócios que indique um evidente potencial de crescimento e um conjunto de desafios e metas viáveis.

Os empreendedores candidatos ao Prime devem participar de um programa de capacitação em empreendedorismo e gestão de negócios especialmente desenhado para esta finalidade.

METAS

A primeira rodada nacional de editais em 2009 deve atingir cerca de 1.800 empresas, Comprometendo recursos do orçamento de subvenção da ordem de R$ 216 milhões.

Os editais e seleções e os programas de treinamento dos empreendedores serão feitos simultaneamente em todo o País, proporcionando um movimento inusitado e de grande escala de criação de novos negócios inovadores no país.

O Prime vai patrocinar três rodadas de editais no período de 2009 – 2011, contemplando cerca de cinco mil empresas e investimentos da ordem de R$ 650 milhões de subvenção. Somando-se a este valor o adicional em crédito e capital de risco, o total de recursos disponibilizado será superior a R$1 bilhão.

A INNOVATE, empresa especializada na captação de recursos a fundo perdido, oferece ao mercado consultoria e assessoria para elaboração destes projetos. Conheça os casos de sucesso da INNOVATE no programa PRIME de 2008, acesse www.innpmo.com.br

Finep avalia programa de Subvenção Econômica 1

De 24 empresas avaliadas, várias não têm plano para lançar o produto ou clareza sobre em qual nicho atuarão. Aumento no faturamento não se deve a projetos contemplados. Veja o relatório Passados quatro anos do primeiro edital de Subvenção Econômica à Inovação, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) divulgou o primeiro relatório com resultados do Programa. Para o estudo, foram convidadas 24 empresas – oito microempresas, 12 pequenas e quatro de porte médio – que receberam integralmente os recursos, até setembro de 2009, para o desenvolvimento de 27 projetos. Desses, 22 foram contratados no edital de 2006 e cinco no de 2007. Houve, segundo dados levantados junto aos empresários, um crescimento de 65,94% no faturamento médio dos empreendimentos.

O relatório foi consolidado após seminário realizado pela Finep no final de 2009. As empresas consultadas receberam um questionário e um modelo para apresentação dos resultados dos projetos. Durante os pronunciamentos, falaram dos avanços e dificuldades encontrados para participação no edital e operacionalização dos recursos.

Diversas empresas afirmaram que o aporte de capital proveniente da Subvenção viabilizou novos negócios, por caracterizá-las como inovadoras. Dos 27 projetos, 11 são de software, cinco envolvem desenvolvimentos relativos a TV digital, cinco são da área de defesa, dois referem-se a implementos agrícolas, e quatro tratam de desenvolvimentos nas áreas de nanotecnologia, esportes, construção civil e máquinas e equipamentos industriais.

De acordo com a declaração dos empresários, havia 47 produtos, processos ou serviços em desenvolvimento. Quinze deles já estão sendo comercializados, 22 aguardam o momento de venda, e 10 são protótipos. Este indicador aponta que 11 das 24 empresas têm, pelo menos, um produto ou serviço vendido. “Em geral, empresas de pequeno porte encontram dificuldades para ofertar produtos novos no mercado”, afirma o diretor de Inovação da Finep, Eduardo Costa. Além disso, os recursos da subvenção são para desenvolvimento e não para comercialização inicial, gastos com marketing ou itens equivalentes.

O seminário evidenciou, por exemplo, que algumas empresas não possuem um plano estratégico para lançamento do produto, serviço ou processo desenvolvido no mercado, e muitas não têm clareza sobre em qual nicho atuarão. Todas declararam que os projetos contratados foram cumpridos.

Com relação à continuidade das atividades de Pesquisa e Desenvolvimento, todas as empresas declararam que os investimentos na área são constantes. Vinte e dois empreendimentos afirmaram que destinam, usualmente, um percentual do faturamento para atividades de P&D. O percentual médio declarado é de 23,13%, índice influenciado pelas microempresas, que, no geral, demonstram alta destinação de recursos para a atividade. Dezoito empreendimentos disseram ter implementado um centro de P&D ou estrutura para esta finalidade após receberem os recursos da Subvenção.

“Os resultados preliminares são melhores do que o esperado, principalmente, por ter gerado empregos que exigem alto grau de especialização”, diz Costa. Segundo ele, trata-se de um mecanismo novo cuja forma de operacionalização ainda está sendo reavaliada.

A partir desta primeira experiência, tanto o questionário para as empresas, como os roteiros das apresentações e de avaliação dos consultores serão aperfeiçoados no sentido de torná-los mais claros e precisos.

“Apesar de o grupo de empreendimentos consultados não significar uma amostra representativa, esta foi a primeira experiência relevante para se construir uma metodologia para avaliar a contribuição e o impacto do Programa de Subvenção Econômica nas empresas apoiadas”, afirma Maurício Syrio, chefe do Departamento de Acompanhamento da Finep.

Até o momento, a Finep lançou quatro editais nacionais da Subvenção Econômica à Inovação. Em 2009, foram 261 novas operações no valor de R$ 466 milhões. A carteira da Finep de Subvenção (2006 – 2009) já abriga 825 projetos, no valor de R$ 1,6 bilhão.

Fonte: http://www.protec.org.br/editais_recursos_inovacao_tecnologica_bndes_finep_senai.asp?cod=385

Empreendedor ou empresário? 0

fev4

Esta semana me deparei com um texto do Sr. Antonio Carlos Gomes da Costa (http://www.odebrechtonline.com.br/materias/00601-00700/616/), colunista da Revista Odebrecht Informa, onde o mesmo falava sobre o conceito da palavra “empresário” utilizado na obra: Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO). A TEO é tida pelos funcionários da Organização Odebrecht como uma verdadeira filosofia de vida e foi concebida por Norberto Odebrecht, figura central da organização.

No artigo referido, o Sr. Antonio Gomes afirma que: “para Norberto Odebrecht, ser empresário é algo maior e mais complexo do que ser empreendedor”. Discordo da definição adotada, pois para defender seu ponto de vista, o autor afirma que: “empreendimento é uma ação delimitada no tempo e dotada de objetivos bem-especificados, os quais, uma vez alcançados, podem não justificar mais a continuidade da iniciativa.” Porém, esta é a definição de “projeto” e não de “empreendimento”. Se procurarmos no dicionário encontraremos como definição de “empreender”: resolver-se a praticar; pôr em execução; realizar, fazer. Ou seja, a limitação de tempo adotada pela Odebrecht não existe.

Possuir uma empresa já qualifica uma pessoa como empresário, mas nem todo empresário é um empreendedor. Na literatura sobre o tema, um elenco de virtudes aparece sempre associado aqueles ditos empreendedores: otimista, corajoso, analítico, pro ativo, persistente, criativo, dedicado, assertivo, apaixonado, inovador, líder, etc.

Resumindo; nem todo empreendedor é um empresário e nem todo empresário é um empreendedor. Mas acredite, empresa nenhuma vai prosperar sem que seus colaboradores possuam espírito empreendedor. Imagino que Esopo narraria assim sua fábula nos dias atuais:

“A Formiga Empresária estava tranqüila, pois havia economizado recursos suficientes para sobreviver a sazonalidade do seu negócio. Ao ouvir a campanhia, logo imaginou ser a dona Cigarra pedindo mais uma vez por ajuda. Ela então ensaiou o velho discurso mentalmente, antes de abrir a porta – amiga Cigarra, os tempos de bonança gastaste em diversão, então cantar e bailar é comida saborosa e de bom gosto para você.

A Formiga Empresária abriu a porta de sua casa e se surpreendeu. A Cigarra não estava passando necessidades, pelo contrário, ela estava vestida feito uma atriz de Hollywood. Prestando mais atenção, ela notou a reluzente Ferrari vermelha estacionada na frente de seu portão e se deu conta de que a dona do veículo estava ali na sua frente, sorrindo largamente. A Cigarra, percebendo o espanto da Formiga Empresária, pôs-se a explicar – amiga Formiga veja só como é a vida. Eu sempre gostei de cantar, então montei um projeto para construção de um sistema para que outras pessoas que também gostam de cantar pudessem comercializar suas músicas. Montei o projeto, consegui um investidor e já estamos faturando milhões! Vendemos no mundo inteiro através da internet!

A Formiga Empresária então exclamou: mas eu nem sabia que você havia se tornado empresária como eu! – e a Cigarra: empresária eu não sou, pois nem empresa eu tenho, apenas fiz um projeto. Agora, empreendedora eu sempre fui! Pois eu sempre soube que um dia eu iria transformar minhas visões em realidade.”

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